Rio de Janeiro, vivendo o maior carnaval do mundo

Há muito tempo sonha em viver nesta maravilhosa celebração: maior carnaval do mundo. Eu vi a notícia em fevereiro como emissão de relatórios sobre o Carnaval: falaram muita loucura, caos e libertinagem, mas na realidade são pequenas imagens que se vê na televisão. Vivê-la, percebe que o carnaval é uma coisa maravilhosa.

carnaval rio

Eu planejei essa viagem como faço com todas as minhas viagens, com tempo de antecedência, eu leio muito sobre Carnaval, sobre o que fazer e o que você não deveria fazer. Depois de vários dias de espera, chegou o momento tão esperado. Cheguei cerca de 3 dias antes do carnaval, em que visitei praias, Christo o Redentor, Pão de açúcar e o Estádio do Maracanã, para que dias seguintes eles teriam de aproveitar plenamente o Carnaval no Rio de Janeiro. Chegou o dia tão esperado, sexta-feira, 28 de fevereiro e a cidade era diferente dos dias anteriores. As pessoas estavam felizes.

Estava comendo alguma coisa à tarde, quando é de repente começou a chover muito forte, mas ainda pessoas permanecidas normais como se nada. Fui para o hotel e tem roupas confortáveis, calções e t-shirt, nada mais, enquanto estava chovendo. Minha decisão foi bom porque era 20 graus à noite. 

Eu saí andando às 8 para o Sambódromo porque eu estava muito perto, mas se estas longe pode chegar de metro Cidade Nova ou Praça Onze em estações de ônibus. Cheguei no Sambódromo sem entrada, eu decidi não comprar de meu país no Chile, como opiniões de leitura diferente do povo era melhor comprá-los no comércio informal, não estabelecido, ou seja, para os revendedores do lado de fora do Sambódromo. Vale ressaltar que formal via o mais barato tinha um custo de 98 dólares via Internet.

Já vários quarteirões antes do Sambódromo já começam a viver a beleza do carnaval, o espetacular que é, vivê-la realmente é um privilégio, a rua Presidente Vargas está cheia, existem vários blocos com carros esperando para montar defendendo suas escolas de samba, muitos dançarinos, as mulatas. Mas ainda faltava o mais importante, a minha renda, minha entrada para o Sambódromo, mas como me trazendo mais apareceu revendedores: 200 reais e 150 reais foi o preço que eu ofereci, ainda era muito alta. Isto foi devido a pedir a passagem e ouvir a minha língua que cobrou-me mais caro. Após interrogatório tem uma entrada por 35 reais, porque naquela época se aproximou e tiveram muitas entradas e preferiria vendê-las a preço muito baixo para perder.

Fora do Sambódromo é pura fiesta, ruas cheias de cerveja e carrinhos de comida, panchos. Depois do caos para encontrar meu setor, subi as escadas da Sapucaí e estava feliz.

Carnaval começou na noite. Eram fogos de artifício para a abertura e em seguida, entrou na primeira escola de samba. Cada um tinha entre 4 e 6 carros e canções cantá-las ao vivo. Em um caminhão que tinham alto-falantes e à frente de cada carro foram as mulatas.

Essa noite marchou entre outras escolas: Imperio Serrano, Inocente e Acadêmicos da rocinha. Terminou em sobre 04 da manhã. Então descansar algumas horas da manhã, fui para viver o carnaval da rua, a loucura, a selvageria e falta de controle.

Às 9 da manhã desde a rua Presidente Vargas e na esquina de Rua Rio Branco começou a bloco “Bola dá preta”, Ufa… não há palavras para descrever tanta loucura. Havia mulheres com poucas roupas, querem experimentar algo ocasionais, bêbados de homens, o Carnaval em sua plenitude.

Estes blocos desfilam em diferentes distritos e alguns dias antes de informar o lugar e tempo, mas eu recomendo “Bola dá preta”, a maior de todas, a maior loucura e falta de controle.

Rio de Janeiro é um carnaval que temos que viver isso…

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