Rio de Janeiro: rico em história, o carnaval e o mar

Rio de Janeiro é a cidade do grande carnaval, carros alegóricos, das festas de fim de mundo e samba. No entanto, o Rio é muito mais que um lugar onde o desfile de carnaval. Com o espírito quente cultura carioca mas alegadamente disciplinado pelos traços da arquitetura francesa, há um Rio de Janeiro, não menos maravilhoso, cheio de história.

Além de parques, jardins e um Cristo que abre os braços no Corcovado, há ‘cidade velha’ com raizes coloniais que vale a pena conhecer.

Como chegar à cidade velha

Uma boa maneira de conseguir o histórico carioca do albergue Che Lagarto Ipanema é levar um dos autocarros que ligam com a linha de metro em qualquer das paradas que são encontradas na avenida costeira. De Ipanema, é de dez minutos a estação vinicius real de maiscomo e algo mais de vinte para Uruguaiana param, tudo para um único bilhete de 3.50. O metro vai nos deixar minutos deste “rio sem praias”, não pelo menos maravilhoso.

Um pouco da história do Rio de Janeiro

O centro histórico o bem de capital carioca preserva parte da história deste país. Capital do Brasil por séculos, a poucos minutos do avenida Rio Branco, podemos encontrar alguns dos edifícios com maior conteúdo histórico e relevância política.

A Igreja de la Candelaria, Paco Imperial, o Palácio Tiradentes, Teatro Municipal, Museu Histórico Nacional são, ao mesmo tempo, conservação e evolução.

Foi no final do século XIX e início do século XX, quando europeus modas impostas o padrão francês em usos, estilos e costumes, que o atual centro histórico começou a deixar no passado foi o passado.

Edifícios coloniais e o Paco Imperial, que já tinha dado lugar à chegada da corte portuguesa em 1808 reinventa-lo como a sede física da coroa, iria compartilhar um espaço de dia com o Palácio Tiradentes, sede do legislativo carioca criado em 1922, sobre as ruínas do demolido Cadeia Velha.

Este conto de edifícios subindo onde outros cair não só no século passado. Necessidades administrativas e da rotina única da cidade impuseram o ritmo dos bancos e escritórios que é percebida entre suas ruas estreitas, portanto recursos que tornam a zona colonial. Portas, pavimentação e os cantos são, hoje, o quadro de reuniões, almoços de trabalho e de trabalhadores de escritório que almoçam no pitorescas mesas ao ar livre. Ali, muito perto do ponto onde quer que os brasileiros olharam de barcos para o rei John e sua família.

Coração de tempos de execução e conservação que ambos fizeram não é o Centro Cultural do Banco do Brasil, um complexo de cinemas, teatros e galerias, recomendadas o passeio que nos ajuda a compreender, se isso é possível em um país tão vasto, o lugar que você está visitando.

Quando todos pedem uma pausa, a área convida a apreciar os pequenos bares e “lanchonetes” (onde depois dois e uma metade das horas toda comida ao peso normalmente é mais barata), uma sombra dessa história do projeto e os bosques.

Gostou das dicas? Aproveite e faça a reserva do seu Hostel aqui e vá aproveitar a cidade!  :)